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Com nova tecnologia, idoso fica em pé três dias após implante de quadril
- sexta-feira, 14 out. 2022, 10:39
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Waldemiro Gomes, 69, tinha um problema no quadril que o acompanhou por 50 anos. A deterioração no local resultou na perda dos movimentos das pernas. O idoso foi o segundo a ser operado por meio de uma tecnologia nova no Brasil, e o primeiro em Brasília. Três dias após o procedimento, ele já ficou de pé e continua em recuperação.
Anteriormente, apontam os médicos, a recuperação total poderia chegar a até seis meses. Com a precisão do novo sistema, esse período foi reduzido para apenas quatro semanas.
"O paciente apresentava dor e rigidez no quadril direito. O caso era complexo por se tratar de patologia do desenvolvimento do quadril. O paciente foi submetido, quando tinha 17 anos, a tratamento cirúrgico no quadril para estabilização da articulação. Tinha dor e limitação dos movimentos na articulação coxofemoral direita, o que permaneceu até os dias atuais, com agravamento progressivo", conta Marcelo Ferrer, médico ortopedista e cirurgião ortopédico do Hospital Santa Lúcia de Brasília.
O paciente tinha, antes da cirurgia, um encurtamento de 13 cm da perna direita, em razão de uma deterioração óssea, o que comprometeu também a coluna lombar. Gomes andava com auxílio de muleta e grande dificuldade. A cirurgia trouxe alívio da dor e a recuperação da mobilidade da articulação do quadril operado. Atualmente, ele está em reabilitação com fisioterapia.
"Convivo com essa dor e limitação desde a cirurgia inicial, devido à falta de mobilidade e dores na coluna. Limitava muito meus movimentos. Nos últimos meses, ficou insuportável devido ao agravamento da crise. Fiz um procedimento em 1970 e, de lá para cá, degringolou. Nos últimos meses, fiquei praticamente impossibilitado de andar. Tive uma infecção na cabeça do fêmur", relatou.
"Fiquei ótimo. Consigo sentar corretamente, aliviou minhas dores na coluna, ando mais aprumado, aliviou a outra perna porque a diferença de 13 cm que existe entre os membros inferiores deve ser reduzida para 2 cm", conta Gomes.
"Fiquei sabendo do procedimento durante uma consulta com meu médico, doutor Marcelo Ferrer. Ele falou sobre a nova tecnologia e fiquei muito feliz com as explicações que ele deu e, de pronto, concordei. É uma cirurgia que recomendo a todos que precisarem, por ter menor tempo de duração e recuperação muito rápida", diz.
Entenda a tecnologia
A tecnologia, chamada Velys Hip Navigation, está em atividade em dois hospitais, um de São Paulo e outro de Brasília, e os resultados têm sido animadores. O primeiro procedimento ocorreu no hospital Moriah, na capital paulista.
O Velys é um sistema projetado para oferecer mais eficiência, precisão e acurácia, reduzindo em cerca de 33% o tempo da cirurgia e de 38% na dose de radiação. Isso porque ele é um software que permite ao cirurgião, por meio de imagens de raio-X, ter uma melhor visão da cirurgia.
Essa visão mais precisa aponta para o médico o melhor lugar para dar os cortes, o melhor ângulo para a colocação da prótese e, consequentemente, deixa a cirurgia mais rápida.
Sem o software, como ocorre nos outros métodos, a colocação da prótese exige um cálculo aproximado feito com base nas imagens de raio-X. Os profissionais precisam de inúmeras imagens para conseguir chegar mais próximo do esperado, o que gera ao paciente maior exposição à radiação.
O software, que opera integrado ao sistema e ao raio-X, realiza uma sobreposição de imagens computadorizadas de alta definição, em tempo real, para oferecer ao cirurgião o exato posicionamento do implante para cada corte e intervenção durante o procedimento cirúrgico.
O Hospital Moriah, de São Paulo, foi o primeiro do país a utilizar o sistema. A VivaBem, o responsável pelo procedimento, o ortopedista Marco Aurélio Silvério Neves, explica que a técnica utilizada antes do sistema Velys era muito invasiva. Os cortes e perda de sangue, segundo ele, levavam o paciente a um tempo maior de recuperação.
"Agora, a gente faz um corte na frente do quadril, onde existe um espaço entre os músculos. A gente só separa os músculos e já chega no quadril. Então, não precisa fazer nenhum corte na musculatura, não precisa mexer perto de nenhum nervo. A cirurgia é muito menos agressiva, o paciente sangra menos, tem menos dor no pós-operatório, não precisa ir para o CTI e já consegue andar super-rápido", disse. A tecnologia permite garantir que o paciente tenha uma prótese bem ajustada ao tamanho dele.
"Com a navegação, é possível usar a prótese mais certinha no paciente e deixá-la na posição e na angulação mais apropriadas. O sistema já prevê o tamanho da prótese de acordo com a anatomia do paciente e, durante a cirurgia, com esse sistema ligado a um aparelho de raio-X, vai tirando imagens durante a cirurgia e mostrando a melhor posição para colocá-la", continua.
O especialista ressalta que, nos países que não têm acesso a tecnologias com o sistema Velys, o resultado das cirurgias depende muito da habilidade do cirurgião. "Às vezes, o cirurgião tem uma capacidade maior, uma experiência maior, mas se a gente tiver recursos tecnológicos que vão garantir que a posição da prótese vai ficar mais homogênea, que o comprimento da perna não vai ter variação, isso significa que mais pessoas vão ter benefícios e resultados melhores", argumentou.
No Hospital Santa Lúcia, em Brasília, como é uma tecnologia nova, ainda não há uma parceria com o SUS (Sistema Único de Saúde), mas a equipe médica adiantou que, quando ficar mais consolidado, deverá receber pacientes vindos da rede pública, provavelmente em parceria com a Secretaria de Saúde. O procedimento pode ser custeado por planos de saúde.
Também ortopedista do Santa Lúcia, George Neri classificou o equipamento como um aperfeiçoamento da navegação com a introdução da robótica. Segundo ele, o ganho para a medicina brasileira é diminuir os erros que podem acontecer nos cortes e na discrepância dos membros no pós-cirúrgico.
"Creio que no futuro vai ter outros melhoramentos. Com o Velys, a gente faz uma programação cirúrgica prévia e o sistema ajuda a chegar próximo ou igual a essa programação. Uma das falhas da prótese de quadril é a má colocação dos implantes. Quando a gente fala má colocação, inclui as angulações, os cortes etc. E nisso aí o Velys ajuda a trazer um melhor resultado", destaca.
Reportagem para o portal VivaBem, do UOL, publicada em 28 de setembro de 2022. Link para acesso: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/09/28/com-nova-tecnologia-idoso-fica-em-pe-3-dias-apos-implante-de-quadril.htm

'Acordei durante endoscopia querendo puxar o cano': por que isso acontece?
- sexta-feira, 14 out. 2022, 10:36
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Em 2017, Júllia Beltrame Búrigo, 22, fez pela primeira vez a endoscopia, exame que avalia o esôfago, estômago e a parte alta do seu intestino (duodeno). Assim como a grande maioria das pessoas, estava ansiosa. Há quem tenha experiências engraçadas, ficando "sem filtro" ou com amnésia após o procedimento.
Mas no caso da estudante, moradora de Tubarão, em Santa Catarina, a experiência não foi nada boa. Ela despertou durante o exame e ficou assustada.
"Naquele dia, fiquei acordada, não lembro de muita coisa, só que tentei puxar o cano [pequeno tubo que é inserido pela boca] e, por isso, não consegui concluir o exame." Júllia Beltrame Búrigo
"Essa primeira experiência foi horrível, mas depois consegui fazer de novo, com mais calma", diz a jovem.
De acordo com os médicos consultados por VivaBem, isso pode mesmo ocorrer devido a diversos fatores, embora não seja o esperado —principalmente pela situação ser desagradável.
Segundo Diná Mie Hatanaka, coordenadora da anestesia do Hospital Moriah (SP), quando isso acontece não é necessariamente por um erro dos especialistas, e explica: "Não podemos aprofundar demais a sedação neste tipo de exame porque há risco de o paciente parar de respirar ou não acordar. Claro que estamos preparados para isso, caso aconteça", diz.
"O que sempre buscamos fazer em uma sedação é oferecer maior conforto ao paciente sem que ele tenha dor, riscos à saúde e que ele consiga acordar rapidamente."
Diná Mie Hatanaka, anestesiologista do Hospital Moriah
Ainda segundo a especialista, é importante que o paciente seja avisado disso, já que a profundidade da sedação pode "flutuar" e, com isso, o paciente despertar antes do esperado. É fundamental, inclusive, que a pessoa avise caso tenha tido algum histórico de maior sensibilidade à sedação, por exemplo. Isso ajuda toda a equipe envolvida a se preparar.
Além da endoscopia, a situação pode ocorrer em outros cenários, principalmente em cirurgias em que os médicos utilizam anestesia local, como a raquidiana ou peridural, que dispensam a geral. Aliás, basta pensar que, em alguns casos, essas cirurgias são feitas com a pessoa acordada, como já ocorre no parto cesárea.
Mas por que isso ocorre?
De acordo com os especialistas, há algumas explicações, como maior sensibilidade aos medicamentos, além da capacidade de metabolização dos fármacos. Os mais jovens, por exemplo, conseguem metabolizar as substâncias mais rapidamente do que os idosos.
Além disso, há outros fatores, como o peso, que podem afetar esse processo. Neste caso, são medidas contornáveis e que os especialistas conseguem já ajustar antes do exame ou da cirurgia.
Mas existem outros pontos que merecem atenção, conforme explica Daniel Queiroz, chefe do serviço de anestesia para endoscopia digestiva do Hospital São Vicente de Paulo (RJ), membro da SBA (Sociedade Brasileira de Anestesiologia) e diretor científico da Saerj (Sociedade de Anestesiologia do Estado do Rio de Janeiro).
"O uso concomitante com outros medicamentos [como os calmantes] pode afetar a anestesia, assim como o uso crônico de álcool e outras drogas. As enzimas hepáticas passam por alterações e podem metabolizar rapidamente ou muito devagar", afirma.
Por isso que o paciente deve informar o responsável —seja um anestesista ou endoscopista— de que ele faz uso de outros medicamentos, que podem alterar a sensibilidade para as drogas utilizadas tanto em sedação, quanto em uma anestesia geral.
Segundo Queiroz, há outro fator que os médicos ainda tentam entender de que forma impacta neste processo de absorção dos anestésicos, que é a genética da pessoa. "A gente lida com doses de fármacos que são calculadas para populações inteiras, mas não sabemos como aquele indivíduo irá reagir", diz.
Como exemplo, ele cita algumas comunidades indígenas que, segundo casos já relatados, apresentam alta sensibilidade à morfina. "Não sabemos ainda a base científica, mas podemos supor que há um fator genético envolvido."
Os asiáticos, conforme lembra, também tendem a ter enzimas hepáticas com menor potencial para metabolizar algumas substâncias, principalmente o álcool. O mesmo ocorre com as mulheres.
E em cirurgias com anestesia geral: isso pode acontecer?
Diversas pessoas ficam ansiosas só de saber que precisam passar por uma cirurgia. Agora, imagina ficar "acordado" durante todo o procedimento, sem poder se mexer ou sequer falar alguma coisa. Dependendo da sua idade, você deve ter automaticamente se lembrado do filme "Awake - A Vida por um Fio", de 2007.
Na história, um jovem precisa passar por um transplante de coração e, na cirurgia, já anestesiado, ele fica "acordado", enquanto escuta tudo que está ocorrendo no momento. Algo bem assustador e angustiante.
E mesmo que no filme as cenas tenham uma boa dose de exageros e muito suspense, situações como essa podem mesmo acontecer, embora sejam raríssimas. Atualmente, é cada vez mais difícil de ocorrer, principalmente pelo avanço da tecnologia.
"O nome disso é consciência ou despertar intraoperatório ou recall, mas a incidência é muito baixa, de 0,005% a 1% dependendo de cada caso", explica Hatanaka, do Hospital Moriah (SP).
A taxa pode mesmo variar de acordo com a cirurgia que o paciente irá realizar. De acordo com um informativo da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), a incidência geral estimada é de 1 a 2 casos a cada mil anestesias gerais, sendo na maioria das vezes muito breve e não traumática.
De acordo com Hatanaka, existem dois tipos de despertar intraoperatório: um deles é quando o paciente tem a "consciência" do que está acontecendo, mas não se recorda. "Isso fica meio que no subconsciente dele", diz a médica.
A outra situação é quando o episódio dura mais tempo e, com isso, o momento fica gravado na memória. "Na anestesia geral, usamos medicações para os pacientes não se mexerem. Então, a pessoa fica acordada, mas sem sentir dor, apenas paralisada. É uma sensação ultradesagradável", explica.
Por isso, a médica conta que existem formas de evitar essa situação que, de novo, é muito rara, como o uso de aparelhos que auxiliam no monitoramento contínuo das atividades cerebrais do paciente. Lembrando que, em cirurgias assim, há sempre a presença do anestesiologista.
"O monitor avalia a profundidade da anestesia e fica ali na região da cabeça, fazendo um eletroencefalograma o tempo inteiro. Assim, conseguimos saber a profundidade e, com isso, fica difícil de ter um recall, pois sabemos o quanto o paciente está dormindo ou não".
Quando há mais riscos?
De acordo com Victor Lemos, anestesiologista do Hospital das Clínicas da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), da rede Ebserh, e membro da SBA, há três situações de maior risco: cirurgias cardíacas, de emergência (com pacientes com múltiplos traumas) e as obstétricas (que não costuma ser de rotina).
"São situações que damos doses menores de anestésicos, de hipnótico, no caso, que é a droga que induz ao sono. Como usamos doses mais baixas do que o habitual e, se o paciente tiver maior sensibilidade, isso pode eventualmente ocorrer mesmo, principalmente se estivermos sem o monitor de profundidade anestésica", explica.
Em pacientes de emergência, por exemplo, a dose de anestésico é menor, pois já há uma perda severa de sangue (comum neste caso), deixando o paciente mais suscetível à queda de pressão, por exemplo, aumentando riscos de complicações. No caso de pacientes gestantes, o uso dos medicamentos afeta a contração uterina e aumenta o risco de hemorragia.
De uma forma geral, a mensagem que precisa ficar é: as sedações e anestesias gerais são seguras, embora algum "despertar" possa ocorrer —com muito mais frequências em exames, já que em cirurgias, igual ao filme "Awake", é extremamente raro. Por isso, é fundamental conversar bem com os médicos antes dos procedimentos e tirar todas as dúvidas.
Reportagem de Luiza Vidal para o portal VivaBem, do UOL, publicada em 28 de setembro de 2022. Link para acesso: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/09/28/por-que-algumas-pessoas-acordam-durante-endoscopia-ou-cirurgias.htm

Estudo diz que consumo de três tipos de adoçante aumenta risco de doenças cardiovasculares
- sexta-feira, 14 out. 2022, 10:00
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A pesquisa francesa, realizada ao longo de 12 anos, apontou que a ingestão de aspartame foi associada ao aumento do risco de problemas vasculares no cérebro, e que o consumo de adoçantes com as substâncias acessulfame de potássio e sucralose pode ter relação com o crescimento do risco de doenças do coração. O Jornal da Record (Record TV) convidou o cardiologista do Hospital Moriah, Dr. Samuel Ribeiro Filho, para falar sobre este estudo. Confira!

Pneumologista fala sobre infecção pulmonar, doença diagnosticada no vocalista do Coldplay
- sexta-feira, 14 out. 2022, 09:59
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A banda Coldplay anunciou o cancelamento de uma série de shows que seriam realizados no Brasil em outubro/2022 porque o vocalista Chris Martin foi diagnosticado com infecção pulmonar. Segundo o anúncio feito pela banda nas redes sociais, o cantor recebeu ordens médicas rigorosas para descansar pelas próximas três semanas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), as infecções respiratórias agudas são a terceira causa mundial de morte em adultos. Quais são os sintomas? E os riscos? Como é feito o diagnóstico? Qual é o tempo de tratamento? O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o pneumologista do Hospital Moriah, Ricardo Henrique Teixeira, para responder essas dúvidas.

Estudo aponta que beber até 3 xícaras de café por dia pode aumentar expectativa de vida
- sexta-feira, 14 out. 2022, 09:57
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O café faz parte da rotina de muitas pessoas e uma pesquisa veio para acalmar os amantes da bebida: beber até 3 xícaras de café por dia pode aumentar a expectativa de vida. Para falar sobre o estudo, o programa Hora News (da Record News) conversou com a cardiologista do Hospital Moriah, Marina Maia Siqueira.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem de 9 a 10 milhões de infectados pelo Papilomavírus Humano, o HPV. Além disso, a cada ano, 700 mil casos novos da infecção surgem. Quais são as causas? Como é a transmissão? E os sintomas? Tem cura? Pode se tornar câncer? A vacina contra a HPV funciona? O DE Responde, do programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou a Dra. Fernanda Okita, ginecologista do Hospital Moriah, para responder essas dúvidas.

Quando a prisão de ventre pode ser perigosa? Especialista tira dúvidas
- sexta-feira, 14 out. 2022, 09:52
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A constipação intestinal, também conhecida como prisão de ventre e intestino preso, é um problema comum no mundo todo, que acomete ambos os sexos e todas as faixas etárias. Quais são as causas? Quando é preocupante? Como prevenir? Como tratar? É verdade que as mulheres sofrem mais de prisão de ventre? E as emoções, influenciam na constipação? O DE Responde (Record News) convidou Flávio Kawamoto, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Moriah, para tirar todas essas dúvidas. Confira!

Estudo aponta aumento de casos de câncer em adultos com menos de 50 anos
- sexta-feira, 14 out. 2022, 09:51
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Desde 1990, o número de casos de câncer em adultos com menos de 50 anos tem aumentado, segundo um estudo publicado na "Nature Reviews Clicinal Oncology". Para entender o motivo para esse crescimento da doença, o programa Hora News (Record News) conversou com Raphael Brandão, que é oncologista do Hospital Moriah.

Enfermeira com olfato supersensível dá origem a teste rápido para o mal de Parkinson
- sexta-feira, 14 out. 2022, 09:49
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Com o olfato mais sensível do que o normal, a enfermeira escocesa Joy Milne sentiu um cheiro diferente na pele do marido. E, 12 anos depois, ele descobriu que tinha a doença. A partir do caso, pesquisadores conseguiram criar um método que pode detectar o Parkinson em até 3 minutos e o Jornal da Record (Record TV) conversou com o neurologista do Hospital Moriah, Dr. Eduardo Sousa, sobre esse exame, que está em fase de testes.

Hospital Moriah oferece estrutura completa para o atendimento do homem em seu Instituto da Próstata
O avanço da medicina e o desenvolvimento de novas tecnologias têm proporcionado ganhos importantes para a saúde masculina, que até pouco tempo atrás era cercada de mitos e tabus.
Além do crescimento benigno da próstata (também conhecido como hiperplasia) e o câncer, outras condições altamente prevalentes podem atingir essa glândula e causar problemas miccionais no homem, confundindo-se com as doenças prostáticas. Incluem-se aqui as prostatites, que acometem entre 1% e 2% dos homens, os distúrbios miccionais relacionados com transtornos da bexiga, que ocorrem em 10% a 15% dos indivíduos maduros, os quadros de disfunção sexual, que atingem cerca de 45% dos brasileiros, os problemas relacionados com hipogonadismo (deficiência do hormônio masculino, a testosterona) e a chamada síndrome metabólica, identificada em cerca de metade dos homens com mais de 60 anos de idade.
A hiperplasia prostática benigna é uma condição que atinge cerca de 33% dos brasileiros acima dos 50 anos. Já o câncer de próstata acomete um em cada oito homens no país, cerca de 16%.
O Hospital Moriah, localizado na zona Sul de São Paulo, oferece uma estrutura completa para o atendimento do homem em seu Instituto da Próstata. Com um corpo clínico reconhecido, a Instituição mantém o seu pioneirismo e vanguarda em trazer para os seus pacientes o que há de mais inovador e assertivo nos cuidados com a saúde da próstata. Confira!
Hiperplasia prostática benigna (HPB): atualmente, o tratamento mais recomendado para próstatas maiores é o laser. O mais atual é HoLep®, que oferece tratamento efetivo e duradouro da doença e também menos invasivo que a cirurgia (raspagem da próstata), com alta hospitalar em até 24 horas e retorno mais rápido às atividades em relação à cirurgia. Já os pacientes que ainda não desenvolveram complicações mais acentuadas, ou que identificaram a doença no início, podem se beneficiar do iTind® e o UroLift®. Estes procedimentos também possuem características de uma intervenção minimamente invasiva, ou seja, uma internação de algumas horas, procedimento feito sob sedação e retorno rápido às atividades diárias e são ideais para os homens que ainda têm desejo de ter filhos, já que a função sexual é preservada, inclusive a ejaculação.
Câncer de próstata: quando há a suspeita de um câncer, a malignidade de um tecido com crescimento anormal deve ser confirmada pela biopsia. No Moriah utilizamos o método transperineal, feito por meio de uma agulha guiada por ultrassonografia, capaz de coletar os fragmentos em qualquer região da próstata. Uma vantagem já constatada pelos especialistas é que a via transperineal também evita a ocorrência de infecção urinária, comum em quase 8% dos casos de biopsia transretal (método mais usado no país), pelo fato de não haver a passagem pela região do ânus. O procedimento é realizado em centro cirúrgico e sob anestesia geral. Esse método é muito indicado para os homens que fazem a vigilância ativa, pois precisam realizar a biopsia regularmente, como controle.
Quando o câncer de próstata é confirmado e a prostatectomia (cirurgia para remoção da próstata) é indicada, a cirurgia robótica surge como a opção de escolha. Nos Estados Unidos, essa técnica é utilizada em mais de 80% das operações de tumores de próstata. A razão para a preferência pelo robô reside no fato de a cirurgia robótica ser um procedimento minimamente invasivo e preciso, além de oferecer bons resultados na recuperação do paciente e redução dos efeitos colaterais. No Hospital Moriah, o robô é amplamente utilizado nas cirurgias urológicas e apresenta resultados iguais ou superiores ao da cirurgia laparoscópica e ainda garantindo menor tempo de internação. No caso na retirada de tumores de próstata, por exemplo, o tempo médio de internação é de 24 horas.
Instituto da Próstata em números
1074 Procedimentos realizados
22 horas Tempo médio de permanência do paciente
162 minutos Tempo médio de procedimento
0% Taxa de reoperação (em até 30 dias)
0% Taxa de reinternacão (em até 30 dias)
Dados referentes ao período de Abril/2009 a Maio/2022
Informe publicitário publicado na edição de junho da revista Fazenda Boa Vista (n.º 38). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.