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Você já sabe que o Hospital Moriah pratica um modelo de assistência que considera, sobretudo, a segurança do paciente.
Pensando nisso, os departamentos da Qualidade e Comunicação criaram a Liga da Segurança do Paciente, uma iniciativa de cunho educativo que visa engajar os colaboradores no conhecimento e prática das 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente.
Cada uma das seis metas é representada por um super-herói e este time deve protagonizar atividades e treinamentos que enfatizam questões relacionadas à segurança do paciente. As equipes assistenciais e administrativas também serão incentivadas a identificar, nas rotinas diárias, situações de não conformidade que podem – ou não – trazer danos para o paciente, registrando-as em sistema e ajudando a consolidar a cultura da segurança na Instituição.
Conheça os super-heróis:
Umberto (Meta 01: Identificação correta do paciente)
Para prestar atendimento correto ao paciente correto, conte com o Umberto!
Doni (Meta 02 - Comunicação efetiva)
A comunicação precisa ser assertiva, seja ao vivo, escrita ou por telefone. Pra não ter dúvida, chame o Doni.
Trícia (Meta 03 - Segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos)
Da dispensação até a devolução do medicamento, chame a Trícia a qualquer momento.
Ciro (Meta 04 - Cirurgia segura)
Na hora da cirurgia, não pode ter confusão. Lembrar da meta quatro é a solução!
Higi (Meta 05 - Prevenção do risco de infecções)
A higiene previne infecção. Conte com a Higi para essa missão!
Amparo (Meta 06 - Prevenção do risco de infecções)
Prevenir incidentes é importante. O risco de quedas, lesão por pressão e flebite merecem amparo e atenção constante!

Uso de nova técnica permite o tratamento de obstruções arteriais calcificadas graves
- quinta-feira, 27 out. 2022, 10:44
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O Hospital Moriah acaba de entrar em um novo nível na cardiologia intervencionista. Essa semana realizamos um procedimento, trazido para o Brasil há 4 meses, para desobstrução de artérias com lesões severas e muito calcificadas que impedem a realização da angioplastia arterial (tratamento minimamente invasivo das artérias entupidas, que podem levar ao infarto, entre outras complicações).
A angioplastia arterial é um tratamento já bastante disseminado para esses casos, onde se coloca dentro da artéria entupida um artefato, semelhante a uma mola, chamado de stent, que abre novamente a artéria para a passagem do sangue. Mais recentemente, passamos a usar os stents farmacológicos, ou seja, que liberam progressivamente medicações para tratar as paredes da artéria e evitar nova calcificação.
O Shockwave é um equipamento de litotripsia intravascular (um pequeno cateter que segue por dentro da artéria até a lesão), que emite ondas de choque que quebram o cálcio acumulado e que está obstruindo a artéria.
Dessa maneira, a equipe médica pode entrar com o stent que será implantado e passará a liberar a medicação que vai evitar novas obstruções.
Artérias muito comprometidas não conseguem receber o stent, limitando as opções de tratamento do paciente.
O uso do Shockwave não altera a recuperação do paciente e nem o tempo de internação. O primeiro caso operado no Hospital Moriah foi coordenado pelos Drs. Leonardo Seli Llorente Aguilera e Gabriel Dodo e o paciente já teve alta e passa bem.
Este procedimento é realizado pelo Instituto de Doenças Valvares do Hospital Moriah.

O DE Responde, produzido pelo programa Domingo Espetacular (Record TV), convidou o ortopedista do Hospital Moriah, Álvaro Baik Cho, para falar sobre a tendinite. O que é? Qual é a diferença entre tendinite e bursite? Quais são os sintomas? Tem cura? A tendinite é crônica? Confira!

Uso de remédio indutor do sono como alucinógeno preocupa médicos e especialistas
- quinta-feira, 27 out. 2022, 10:39
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Um medicamento indicado para induzir o sono tem sido usado como alucinógeno e preocupa médicos e especialistas. De acordo com a Anvisa, só no primeiro semestre deste ano foram vendidas quase 11 milhões de caixas do medicamento nas farmácias brasileiras. Nas redes sociais, houve mais de 10 mil menções ao remédio em dois meses. O Jornal da Record (Record TV) conversou com o neurologista Cássio Lacerda, do Hospital Moriah, para entender os riscos do uso indiscriminado desse medicamento.

Em atenção ao Outubro Rosa, mês de conscientização do câncer de mama, o Hospital Moriah convidou a mastologista Yedda Reis para falar sobre o assunto e esclarecer as principais dúvidas. Assista e compartilhe esse conteúdo com mais pessoas. Afinal, prevenção também se faz com informação!

Cirurgião plástico fala sobre o impacto da reconstrução mamária na qualidade de vida de mulheres submetidas à mastectomia
Ainda estamos no mês de Outubro e por isso este blog continua enfatizando a importância do OUTUBRO ROSA. Então, se você ainda não agendou seus exames para prevenção do câncer de mama, corre lá! Eu já fiz os meus!
Aliás, já falamos sobre os exames preventivos, sobre grupo de risco, prevenção, tratamentos e mastectomia. Para uma mulher, retirar uma das mamas é um processo pelo qual muitas pacientes com câncer de mama devem passar como parte do tratamento, gerando consequências negativas, como queda da autoestima, a dificuldade de se relacionar, até mesmo de se olhar no espelho, entre outros pontos.
Atualmente, a cirurgia de reconstrução mamária é direito de todas as mulheres que passaram por uma mastectomia. A Lei 9.797/99 garante às mulheres que sofrerem mutilação total ou parcial de mama, decorrente de tratamento de câncer, o direito à cirurgia plástica reconstrutiva no Sistema Único de Saúde (SUS). Já a Lei 10.223/01 garante o pagamento de cirurgia plástica reparadora pelos planos privados de saúde.
Procurando tirar todas as dúvidas a respeito deste procedimento, conversei com o doutor Denis Calazans, cirurgião plástico do Hospital Moriah em São Paulo.
Doutor Calazans, quem tem câncer de mama pode fazer reconstrução da mama após a retirada do tumor?
O avanço científico, e a detecção precoce do câncer mamário (este através da ostensiva campanha de conscientização da população, sobretudo feminina); fizeram as cirurgias do câncer de mama serem menos agressivas e/ou radicais como eram em um passado recente.
A cirurgia plástica é por si a especialidade que busca minimizar os efeitos da cirurgia do câncer mamário, devolvendo a auto estima das pacientes que enfrentaram este trauma.
A reconstrução da mama busca reestabelecer a forma e/ou simetrização das mamas.
Como é feita a cirurgia de reconstrução da mama?
São múltiplas as técnicas cirúrgicas que podem ser usadas na reconstrução das mamas. Desde uma mamoplastia simples (objetivando a simetrização das mamas), ou técnicas que necessitem de dispositivos médicos como próteses, expansores (que são artefatos que expandem a pele a fim de permitirem implantes mamários de forma mais natural).
Outras vezes, há a necessidade de mais de um tempo cirúrgico (mais de uma cirurgia) para melhora significativa do resultado. Tudo é uma questão personalíssima que deve ser avaliada caso a caso, por um médico especialista.
Doutor Denis, e quais os riscos da reconstrução da mama?
Os riscos são inerentes a qualquer tratamento cirúrgico, mas evidentemente menores quando realizados por um médico especialista (devidamente capacitado e habilitado para tanto), e em ambientes cirúrgicos que primam por excelência e segurança de pacientes.
Depois de realizada a cirurgia de reconstrução, como fica a mama?
Toda mulher que viveu o diagnóstico do câncer de mama, atravessou as tormentas do temor sobre a doença em si, seu tratamento, e como e quando sairá dele. Uma rede de multi profissionais (mastologistas, cirurgião plástico, oncologista, psicólogos, enfermagem, fisioterapeutas, e outros), se torna o esteio de apoio destes pacientes.
A cirurgia plástica é uma especialidade médica que por vezes se confunde com uma equivocada glamourização em torno da estética exclusivamente. Mas na vedade, a cirurgia plástica é uma especialidade médica que didaticamente se subdivide em “estética e reconstrutiva”, quando na verdade, nenhum procedimento se dissocia de outro independentemente da finalidade da cirurgia. E assim é na reconstrução mamária, onde em tese se rotula como um procedimento reparador/reconstrutivo, que na verdade busca reestabelecer o quanto possível, a forma e a estética mamária.
A possibilidade de ter seio novamente, provoca um impacto positivo ao emocional da mulher. Devolve a autoconfiança, a segurança, e na medida do possível, consegue minimizar as experiências negativas que a mulher enfrentou ao longo do processo.
Compartilhe essa informação com as amigas!
Reportagem para o portal R7, publicada em 20 de outubro de 2022. Link para acesso: https://lifestyle.r7.com/prisma/como-ser-saudavel/outubro-rosa-resgate-da-autoestima-feminina-20102022

Uma em cada dez pessoas já sofreu com a sinusite. Mas, afinal, o que é sinusite? Quais são os sintomas? Qual é a diferença entre sinusite e rinite? Tem cura? O Domingo Espetacular (Record TV) convidou o Fabrizio Ricci Romano, otorrinolaringologista do Hospital do Moriah, para tirar todas as dúvidas sobre esse assunto no DE Responde. Confira!

Em atenção ao Outubro Rosa, mês da conscientização do câncer de mama, o programa Estúdio News (Record News) convidou o oncologista do Hospital Moriah Dr. Raphael Brandão e o mastologista Renato Cagnacci Neto para debaterem o assunto. Confira!

A atriz Ludmila Dayer revelou ter sido diagnosticada com esclerose múltipla, uma doença autoimune que atinge principalmente as mulheres. A revelação foi feita por meio de uma live com os fãs. O Domingo Espetacular (Record TV) convidou a Dra. Keila Narimatsu, neurologista, para falar sobre esse diagnóstico.

Mastologista tira dúvidas sobre o câncer de mama e recomenda exercícios físicos e dieta balanceada como importantes aliados na prevenção da doença
Durante o mês de outubro, este blog abre espaço para um assunto muito importante: a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama. Segundo o Instituto Nacional de Câncer, estima-se que em 2022 ocorrerão 66.280 casos novos da doença no país. O câncer de mama é também a primeira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil.
Intitulada OUTUBRO ROSA, essa campanha surgiu nos Estados Unidos na década de 90, com a intenção de alertar a sociedade sobre o diagnóstico precoce do câncer de mama. O nome remete à cor do laço rosa que foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura do Câncer de Mama, que ocorreu em Nova York e, desde então, simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, de empresas e entidades.
Aqui no Brasil, a primeira ação aconteceu em 2002, no parque Ibirapuera, em São Paulo. Eu me lembro bem desse momento: deixaram o Obelisco com a iluminação cor-de-rosa. Lindo e marcante!
A cada ano, a campanha Outubro Rosa alcança mais pessoas (o que é maravilhosos), mas nosso país é enorme, então vamos alcançar mais e mais!
E, para ajudar a esclarecer algumas dúvidas sobre diagnóstico precoce e prevenção, entre outras, conversei com a doutora Yedda Reis, que é mastologista do Hospital Moriah, em São Paulo.
Doutora, uma dúvida pertinente: o câncer de mama é hereditário?
O câncer de mama é hereditário em apenas 10% a 15% dos casos, que estão relacionados com alguma condição genética hereditária que aumenta as chances do aparecimento do câncer. Dessa forma, a maioria dos casos (85%-90%) de câncer não tem componente hereditário.
O autoexame só detecta o câncer de mama em um estágio mais avançado?
Sim, isso é verdade. O autoexame das mamas costuma diagnosticar tumores em tamanhos maiores, em um estágio mais avançado. Sempre incentivamos a realização do autoexame, pelo benefício de autoconhecimento do corpo e claro, pelo auxílio do diagnóstico de tumores, mas a realização dos exames de rastreamento poderia fazer um diagnóstico mais precoce.
Outra dúvida que circula bastante entre as mulheres: anticoncepcionais provocam o câncer de mama?
Apesar de bem pequeno, existe, sim, um aumento de risco para câncer de mama nas usuárias de anticoncepcionais. O ideal é que cada usuária do método avalie os riscos e os benefícios dessa decisão e discuta sobre eles com seu médico.
Sobrepeso é um fator de risco para o câncer de mama?
A obesidade é, sim, um fator relacionado com o câncer de mama. Também é importante falar àquelas pacientes que já tiveram câncer de mama que o controle da obesidade diminui o risco de recorrência do tumor.
E as tão desejadas próteses de silicone? Elas podem causar o câncer?
Não, as próteses de silicone não causam câncer de mama. É importante ressaltar que também não há indícios de que elas dificultem o diagnóstico ou o exame físico das mamas.
Doutora, agora uma pergunta a qual me identifico. Menstruei cedo. Com isso, minhas chances aumentam?
Após a primeira menstruação, os hormônios femininos naturais passam a atuar na mama, e, sim, no longo prazo, quem menstruou mais cedo apresenta um risco maior para câncer de mama.
Agora, esta última pergunta está diretamente relacionada a algo que falo sempre aqui no blog: a importância da prática de exercícios físicos. Eles ajudam na prevenção?
Sim! Atividade física, dieta balanceada e peso adequado são importantes aliados na prevenção do câncer de mama.
Reportagem para o portal R7, publicada em 06 de outubro de 2022. Link para acesso: https://lifestyle.r7.com/prisma/como-ser-saudavel/outubro-rosa-atividade-fisica-esta-entre-os-fatores-preventivos-06102022