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Realizar caminhadas após as refeições pode ajudar na prevenção do diabetes tipo 2 e nas doenças do coração. Esta é a conclusão de um novo estudo, divulgado pela revista Sports Medicine, e o programa Hora News (Record News) convidou a cardiologista do Hospital Moriah, Silvana Souza para falar sobre o assunto. 




Todo o mundo

 
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 40% dos adultos no Brasil têm um diagnóstico de colesterol alto. O que é o colesterol? É doença? Qual é a diferença entre colesterol bom e ruim? Existe relação com a obesidade? Neste episódio do DE Responde (Record TV), Juliana Giorgi, cardiologista do Hospital Moriah, tira essas dúvidas e muitas outras. 


Modificado: segunda-feira, 26 set. 2022, 11:18
 

Após a morte da rainha Elizabeth II, tivemos a proclamação do rei Charles II no último sábado. E, desde a sua aparição um detalhe vem chamando atenção da imprensa e do público: o inchaço nos dedos do monarca. De olho nisso, quais são as principais causas da condição?  

Diversas alterações podem levar ao inchaço nos membros. Entre as principais estão: má circulação, doenças inflamatórias, alterações genéticas, consumo excessivo de sal e doença renal. Conversamos com especialistas para entender melhor o assunto. 


Inchaço nos dedos pode ser má circulação e consumo excessivo de sal 

A dermatologista Fernanda Bombonatti destaca que o inchaço nos dedos do rei Charles III, possivelmente, não tem relação com alguma alteração de pele exclusiva. “Essa alteração pode ter um componente genético associado ou não aos hábitos dele como consumo excessivo de sal, altas temperaturas que favorecem a vasodilatação, consumo de álcool, sedentarismo e deficiência de vitamina como a B1”, explica a especialista.  

Além disso, há também as alterações circulatórias, cardiológicas ou reumatológicas. De acordo com Fernanda, alguns medicamentos como corticoides e anti-inflamatórios de uso crônico podem gerar retenção líquida.  


Dactilite ou “dedo em salsicha” 

Outra possível causa é a dactilite também conhecida como “dedo em salsicha”, uma condição muito comum em quem tem artrite, principalmente, a psoriásica. De acordo com o reumatologista Henrique Dalmolin, várias causas reumatológicas podem causar esse inchaço nos dedos. “Principalmente as artrites, esclerose sistêmica e a gota. Por isso, é necessário uma avaliação e análise de exames para definir a causa”, conta. 

Já a dermatologista Mayra Lanhez destaca que algumas áreas dos dedos ficam inchadas e avermelhadas e outras mais pálidas, lembrando outra condição chamada de fenômeno de Raynaud, “que se caracteriza por palidez, rubor e cianose (arroxeamento), podendo piorar com o frio. Além disso, a dactilite associada ao Raynaud pode levantar uma maior suspeita para doenças reumatológicas”, conta a médica. 


Insuficiência renal pode ser uma das causas 

De acordo com o nefrologista Carlos Machado, a principal causa de inchaço no corpo todo, não só nas mãos, é a complicação renal, com algum grau de falência dos órgãos. “O consumo excessivo de sal pode sobrecarregar mais ainda os rins e facilitar esse inchaço. Normalmente, o inchaço só nos pés pode ser tanto do coração, como uma insuficiência cardíaca como problema renal”, explica. 

Contudo, o especialista destaca que no quadro de insuficiência renal crônica geralmente esse edema é no corpo todo, não somente só em algumas partes. Entre as principais causas da doença estão a hipertensão arterial, o diabetes e a infecção de urina de repetição, que é muito comum em mulheres. 


Outras possíveis causas 

“Além disso, doenças infecciosas como a tuberculose e a sífilis podem causar a dactilite, mas também a sarcoidose”, conta Mayra. A sarcoidose é uma doença que causa o crescimento de pequenos grupos de células inflamatórias em diferentes partes do corpo. 

Além disso, doenças não-reumatológicas também podem ser causas, como doenças hematológicas, como a policitemia vera e o uso de anabólicos masculinos. 


Como investigar a causa 

Por isso, como a condição pode ter inúmeras causas, uma investigação mais criteriosa deve ser feita. “Se ele fosse meu paciente, encaminharia para um colega reumatologista para investigar doenças autoimunes, mas também checaria a pele atrás de alguma lesão de psoríase, uma das doenças mais comuns associadas à dactilite”, explica Mayra. Além disso, a especialista destaca que exames de imagem como o raio-X, ultrassom e a ressonância nuclear magnética são boas opções para investigar o caso. 


Referência: Sociedade Paulista de Reumatologia 


Fontes: Nilma Ruffeil, hepatologista do Hospital Moriah, em matéria de Beatriz Libonati, do portal Vitat, publicada em 14 de setembro de 2022. Link para acesso: https://vitat.com.br/inchaco-nos-dedos/ 


Modificado: segunda-feira, 26 set. 2022, 11:15
 

Um vídeo com uma apresentadora de telejornal tendo dificuldades para falar viralizou e chamou a atenção do mundo todo. A americana Julie Chin estava ao vivo e não conseguia pronunciar as palavras. Após receber atendimento médico, ela recebeu um diagnóstico que ninguém esperava: um acidente vascular cerebral. O Domingo Espetacular (Record TV) conversou com o médico Dr. Eduardo Sousa, neurologista do Hospital Moriah, para entender a doença.

Veja! 




 

Mais de 50 mil brasileiros estão na fila de transplantes de órgãos e esse número aumenta a cada ano. Setembro Verde é o mês da conscientização sobre a importância da doação de órgãos e o Jornal da Record (Record TV) foi até o Hospital Moriah (em São Paulo) para conversar com o Dr. Flávio Kawamoto, membro da Comissão de Doação de Órgãos da Instituição. Mesmo sem realizar transplantes, o Hospital mantém este serviço que conta com uma equipe treinada para comunicar a morte e tranquilizar e informar familiares sobre a importância deste ato.

Confira! 




Modificado: segunda-feira, 26 set. 2022, 11:11
 

Gretchen, musa brasileira por muitos anos, nunca escondeu o gosto por procedimentos estéticos para se manter jovial e em forma. A novidade é que o marido dela, Esdras de Souza, também entrou nessa onda. Ele já passou por vários procedimentos estéticos e cirurgias e o antes e depois do saxofonista é impressionante. O Domingo Espetacular (Record TV) conversou com o casal e ouviu também o cirurgião plástico do Hospital Moriah Dr. Thomas Benson, que comentou a crescente busca dos homens por procedimentos estéticos.

Confira! 




 

Com suspeita de hepatite viral, o jogador do Flamengo, David Luiz, foi substituído no intervalo do jogo contra o São Paulo, na noite de ontem no Morumbi, em São Paulo. O atleta sentiu mal estar e está sendo avaliado pela equipe médica do clube, que ainda não se manifestou sobre o assunto. Para entender melhor sobre o assunto, conversamos com especialistas que explicaram os principais sintomas e formas de prevenir as hepatites virais. Confira. 


Entenda a hepatite viral 

A hepatite é uma inflamação do fígado causada por alguns tipos de vírus, entre eles o A, B, C, D e E. Mas fatores externos como ingestão excessiva de álcool, drogas e medicamentos, alteração no sistema imune ou a gordura no fígado também podem levar a doença. A hepatite também pode se manifestar de forma aguda ou crônica e as mais comuns são os tipos A, B e C.  


Sintomas 

– Fadiga 

– Cansaço 

– Náusea 

– Olhos amarelados 

– Urina escura 

Contudo, em muitos casos, o paciente pode não apresentar sintomas. 


Quem tem hepatite viral pode se exercitar? 

De acordo com Alexandre Cunha, médico infectologista do Grupo Sabin, os pacientes podem, e não há restrição. “Mas, dependendo do nível de inflamação do fígado, a pessoa se sente muito fadigada e não consegue render”, conta. Contudo, a hepatologista Nilma Ruffeil destaca que atividades físicas muito intensas, como a de David Luiz não são recomendadas. “O repouso não é obrigatório, mas é importante para acelerar a recuperação”, conta. 


Tem cura? 

Nos casos agudos, a maioria das hepatites virais evolui muito bem e passa espontaneamente. Não existe um medicamento específico para tratar os vírus da hepatite nos casos agudos, mas o tratamento foca em aliviar os sintomas. Contudo, existem casos que podem virar crônicos, como os do tipo B e C. No caso da hepatite C tem cura, com medicamentos disponíveis, mas no caso do tipo B apenas é possível o controle da doença. Em casos raros, a hepatite viral pode evoluir para transplante de fígado. 


Vacinas podem prevenir a hepatite viral 

Atualmente, estão disponíveis vacinas contra a hepatite A e B no SUS. A imunização é uma das formas mais seguras e eficazes de prevenir a doença. Crianças acima de 15 meses até 5 anos incompletos podem ter acesso a vacina contra a hepatite A no SUS, mas no serviço privado a imunização está disponível para crianças acima dos 12 meses de idade, adolescentes e adultos. Para este tipo são duas doses com intervalo de seis meses. Já a vacina contra o tipo B é feita em três doses, com intervalo de 30 dias da primeira para a segunda e 180 dias da primeira para a terceira. Recém-nascidos podem receber a vacina e adultos também. 


Como é feito o diagnóstico? 

A suspeita do diagnóstico é feita a partir dos sintomas do paciente, mas testes complementares ajudam na confirmação do caso. “O médico pode solicitar exame de sangue para checar a as aminotransferases e as bilirrubinas, que geralmente estão elevados em quem tem a doença”, conta a hepatologista. Além disso, também através do exame de sangue é possível identificar o tipo de vírus. 


Entenda os tipos de hepatite 


Hepatite A: Causada pelo vírus VHA, a doença é transmitida, na maioria dos casos, via fecal-oral, usualmente, de pessoa para pessoa ou por meio de alimentos contaminados com o vírus. Além disso, em grande parte, a infeção evolui sem grandes complicações e sem problemas hepáticos. 


Hepatite B: Causada pelo vírus VHB, a infeção é viral e pode evoluir para a forma aguda ou crônica. O vírus é transmitido de pessoa para pessoa por meio de fluidos corporais, da mãe para o bebê durante a gestação, por meio de relações sexuais sem proteção ou compartilhamento de material contaminado. Neste caso, não há cura, mas são recomendados tratamentos com antivirais para manter a carga do vírus negativa. Além disso, existe a vacina, em três doses, que protege contra a doença.   


Hepatite C: Causada pelo vírus VHC, a transmissão se dá por meio do contato sangue de pessoas infetadas, principalmente em situações de compartilhamento de seringas, agulhas, escovas de dentes, máquinas de barbear e objetos cortantes, além de transfusões de sangue. A infecção pode também ocorrer por via sexual, mas o percentual de casos é menor.  

A maioria dos pacientes, cerca de 80%, não apresenta sintomas e, geralmente, é descoberta na sua fase crônica. O tratamento varia de acordo com o grau de lesão do fígado, mas a doença tem cura. Por isso, a testagem é tão importante e pode ser feita de forma gratuita em qualquer unidade de saúde. 


Hepatite D: Causada pelo vírus VHD ou Delta, este tipo de hepatite é menos frequente e a transmissão é por via sexual, compartilhamento de material contaminado como seringas, agulhas, lâminas de barbear, escovas de dente, entre outros objetos. Por enquanto, não há vacina disponível, no entanto, pacientes vacinados para VHB, da hepatite B, não desenvolvem essa infeção.  


Hepatite E: Causada pelo vírus VHE, a doença é menos frequente e tem infecção sem sintomas, além de não evoluir para quadros crônicos (exceção em casos de pacientes imunodeprimidos). O vírus é transmitido, na maioria dos casos, por água contaminada e em locais com saneamento básico precário. Além disso, a infecção, geralmente, tem curta duração. Pacientes que precisam de acompanhamento e internação são tratados com antiviral. 


Fontes: Nilma Ruffeil, hepatologista do Hospital Moriah, em matéria de Beatriz Libonati, do portal Vitat, publicada em 25 de agosto de 2022. Link para acesso: https://vitat.com.br/hepatite-viral/ 

 

O ator Ashton Kutcher, de 44 anos, revelou que ficou sem ver, ouvir e andar por causa de um quadro de vasculite, uma doença autoimune. 

Ele contou sobre sua experiência com a doença no programa “Celebridades à prova de tudo: o desafio“, com o apresentador Bear Grylls, da National Geographic. 

Kutcher contou que foi diagnosticado com um tipo de vasculite autoimune, sem especificar exatamente qual, há dois anos. 

“Três anos atrás, eu tive uma forma estranha e super rara de vasculite, que derrubou minha visão, minha audição e meu equilíbrio”, disse. 

“Você realmente não aprecia isso [os sentidos] até perder. Até que você entende, ‘eu não sei se eu vou ser capaz de enxergar de novo, poder ouvir de novo, não sei se vou conseguir andar de novo. Tenho sorte de estar vivo'”, disse o ator ao programa. 

“Vasculite significa inflamação da parede do vaso sanguíneo. Isso pode resultar no estreitamento e até fechamento dos vasos, o que leva à falta de sangue para diferentes órgãos”, explica Bruna Chu, reumatologista e professora de Medicina da Universidade Positivo em Curitiba, no Paraná. 

Há mais de 20 tipos de vasculite, e o ator não especificou de qual variação sofria, apenas afirmou que era uma versão mais rara do distúrbio e que sofreu com sintomas graves. 

Algumas formas de vasculite, conforme explica o reumatologista Henrique Dalmolin, do Hospital Moriah, são leves e causam sintomas fáceis de tratar, como lesões na pele. 

“Já outras, que tendem a causar consequências mais graves, acometem o sistema nervoso central, pulmões, rins, olhos e aparelho auditivo. Quanto mais acometimentos eu tenho, mais grave o quadro é.” 

De acordo com o médico, em casos de vasculite, a perda de movimentos geralmente está associada a uma variação que tenha afetado o sistema nervoso central ou periférico, que contém nervos que fazem a transmissão para membros como pernas e braços. 


Os diferentes tipos de vasculites e sintomas 

Os vários tipos de vasculite são diferenciados pelo tamanho e localização dos vasos afetados. 

“As vasculites primárias são aquelas nas quais os vasos sanguíneos são os alvos principais da doença. Ainda há a classificação de acordo com o tamanho do vaso: grandes, médios, pequenos ou vasos variáveis”, aponta Chu. 

Para essas, não há causas conhecidas. 

Há também as vasculites secundárias, nas quais existe alguma outra condição de saúde responsável pelo quadro. “Pode ser outra condição autoimune, infecção secundária, principalmente virais, como hepatite e até covid-19, medicamentos ou até pelo contato com levamisol, um componente da cocaína”, exemplifica Dalmolin. 

Os sintomas comuns incluem lesões na pele (como púrpura, urticária e erupções), fadiga, fraqueza, febre, dor nas articulações, alterações na visão (como dor e vermelhidão nos olhos), dor de cabeça, congestão nasal e sangramento no nariz, falta de ar, dor abdominal, problemas renais (urina escura), emagrecimento e problemas nos nervos (dormência, fraqueza e dor). 


Como é feito o diagnóstico de vasculite 

O diagnóstico dos diferentes tipos de vasculites é feito por meio de exames laboratoriais de sangue e de imagem. 

“O diagnóstico não é fácil. Depende da avaliação dos sintomas, exames complementares e muitas vezes precisamos excluir outras doenças que têm manifestações semelhantes”, explica Chu. 

Podem ser usados exames de rim, fígado, hemograma (com testes de anticorpos), assim como tomografias e ressonâncias magnéticas, a depender dos sintomas apresentados por cada paciente. 


Como é o tratamento? 

As vasculites são, em sua maioria (quando não há outro quadro secundário por trás de seu aparecimento), doenças crônicas autoimunes, ou seja, causadas pelo próprio organismo do doente. 

O principal tratamento para todos os subtipos é o uso de medicamentos imunossupressores, incluindo, a depende do caso, coricosteroides, imunobiológicos ou imunossupresores convencionais, que ajudam no controle de atividade dos anticorpos que atacam os vasos sanguíneos. 

No caso de Kutcher, o ator disse que levou cerca de um ano para se recuperar, provavelmente pela gravidade dos sintomas. Mas quem é diagnosticado com vasculite precisa fazer acompanhamento até o fim da vida. 

“A resposta ao tratamento é melhor quando o diagnóstico é precoce, antes que o quadro cause estreitamento ou fechamento dos vasos sanguíneos”, aponta Bruna Chu. 

“Em alguns casos, os mais graves e refratários, pode ser feita também uma terapia chamada de plasmaférese, que retira os autoanticorpos circulantes do sangue do paciente. Mas ela não oferece cura, só ajuda em um determinado intervalo de tempo”, explica o reumatologista Henrique Dalmolin. 


Reportagem de Giulia Granchi, publicada em 09 de agosto de 2022 pela BBC Brasil. Link para acesso: https://www.bbc.com/portuguese/geral-62483840  

 

A hepatite autoimune é, muitas vezes, uma síndrome silenciosa, o que dificulta a prevenção. Para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, o DE Responde (Record TV) convidou a Dra. Nilma Ruffeil, hepatologista do Hospital Moriah. Confira!





 

No Podcast JR (Record TV), o apresentador Celso Freitas e a repórter Catarina Hong conversam com a ginecologista do Hospital do Moriah, Débora Maranhão, sobre as novas regras da laqueadura e vasectomia: o governo sancionou uma lei que permite esterilização voluntária sem aval do cônjuge. O projeto altera uma lei de 1996 que, em um trecho, estabelecia que homens e mulheres casados precisavam de autorização do parceiro para se submeter aos procedimentos. Além dessa mudança, quais outras medidas foram adotadas no novo texto? A mudança pode ajudar na redução do registro de gravidez indesejada? Confira!