Blog do site

Autoridades investigam uma onda misteriosa de Hepatite que afeta crianças em todo o mundo. Já são, pelo menos, 4 mortes e cerca de 230 relatos da doença. Sobre o assunto, o programa Mundo Record News (Record News) conversou com o hepatologista do Hospital Moriah, Dr. Márcio Dias de Almeida.

Especialistas fazem alerta para uso excessivo de analgésicos para dor
- segunda-feira, 9 mai. 2022, 11:20
- 0
No Brasil, especialistas fazem um alerta para o uso de opioides, que são analgésicos prescritos para combater a dor. Nos Estados Unidos, o uso desses fármacos virou epidemia. O Jornal da Record (Record TV) conversou com o neurocirurgião do Hospital Moriah, Dr. José Oswaldo de Oliveira Jr., sobre o assunto.
Confira!

Deep Plane Lift, técnica cirúrgica facial, já conta com mais de 80 casos no Hospital Moriah pelas mãos do cirurgião plástico Thomas Benson
A fórmula do sucesso do rejuvenescimento pode parecer simples: ter uma aparência jovem de forma natural e saudável. A técnica Deep Plane Lift, que é queridinha nos Estados Unidos entre famosos, atende com maestria esses desejos e o cirurgião plástico Thomas Benson é o responsável pelas cirurgias e já conta com 80 casos no Hospital Moriah, na capital paulista, com excelente recuperação e resultados mais eficientes e naturais.
Benson se especializou em cirurgias faciais, entre essas, a técnica do cirurgião Andrew Jacono nos Estados Unidos – médico que difundiu o Deep Plane Lift e se tornou famoso por ter operado celebridades, como o estilista Marc Jacobs. Atualmente, o médico é o principal cirurgião da face a utilizar a técnica no país e difusor entre os cirurgiões brasileiros. “O Deep Plane Lift foi o procedimento estético com melhor desempenho no www.realself.com. Esse site avalia procedimentos de beleza em geral e é a maior plataforma do gênero, no mundo. “
POR DENTRO DA TÉCNICA
Conhecida como Deep Plane Lifting, a técnica é reconhecida como a terceira geração de cirurgias de rejuvenescimento facial. A primeira geração é o face lifting tradicional onde somente a pele é puxada. Na segunda, solta-se a pele e a musculatura é costurada “por cima, sem estar totalmente liberada”. Como a pele fica bastante “esticada”, o rosto tende a ter um aspecto mais repuxado e pouco natural.
No Deep Plane, o cirurgião solta pouca pele em uma pequena abertura e entra abaixo da musculatura facial e do pescoço, liberando as conexões com o osso e conseguindo, assim, reposicionar com muito mais eficácia e com resultado mais natural, sem o aspecto de “repuxado” das cirurgias tradicionais, que deixam as estruturas do rosto ficarem fixas.
“Ao reposicionar toda a estrutura da face é possível deixá-la na posição que queremos. Dá para trabalhar bem o pescoço, com a angulação desejada e retirando o excesso de pele e gordura”, explica Benson.
COMBINAÇÃO PERFEITA
A cirurgia de rosto somada ao pescoço (também chamada de Deep Neck) trata as estruturas profundas e não somente a gordura superficial. Outra associação inovadora é a utilização de câmeras hiperbáricas para a recuperação mais rápida. O paciente fica durante uma hora nessas câmeras de vidro com concentração de 100% de oxigênio e pressão atmosférica elevada. Isso melhora o processo inflamatório e aumenta a circulação nos tecidos levando a menos risco de má cicatrização. Essa nova técnica também permite que as cicatrizes fiquem em áreas camufladas como o couro cabeludo e orelhas e, em alguns casos, as cicatrizes também podem ser menores do que em outras técnicas. Segundo um estudo recente, o Deep Plane Lift também é a cirurgia de face com menor risco de lesão dos nervos.
1.
2.
3. 
4.
5. 
Ilustrações e imagem: Divulgação/Thomas Benson
SOBRE O CIRURGIÃO:
Dr. Thomas Benson (CRM/SP 119278 – RQE 29279) é cirurgião plástico do Hospital Moriah, formado pela Universidade de Hamburgo, Alemanha (UKE – Universitätsklinik Eppendorf Hamburg), reconhecido pela Universidade de São Paulo (USP), possui os títulos de Doutor em Medicina (PhD – Dr. Med.) pela Universidade de Hamburgo (Alemanha) e Doutor em Medicina (PhD) pela Universidade de São Paulo (USP). Saiba mais em: https://youtube.com/channel/UCAoLKJ_f1yoo2WfDnMXUOFQ
Informe publicitário publicado na edição de junho da revista Fazenda Boa Vista (n.º 36). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.

Hospital Moriah conta com cirurgiões especializados no tratamento dos problemas dos joelhos, além das principais tecnologias para cirurgia e diagnóstico
É comum conhecermos alguma pessoa com problema nos joelhos, sejam dores constantes ou até mesmo lesões mais delicadas. E não é para menos. Eles são articulações compostas por ossos, ligamentos e cartilagens, e as estruturas devem ser extremamente estáveis, já que são responsáveis por suportar boa parte do peso corporal e proporcionar a mobilidade necessária para caminhadas, corridas, agachamentos e uma série de outros movimentos corporais no dia a dia.
Os problemas e os desgastes dessas articulações podem acometer sedentários ou esportistas, jovens ou idosos. As lesões, sejam elas esportivas ou do envelhecimento, podem comprometer o bom funcionamento e a estabilidade dos joelhos. Embora a dor seja o principal sintoma, o inchaço, a sensação de calor local e a dificuldade para se locomover são indicativos de problemas nos joelhos. Barulhos semelhantes a estalos ou rangidos também podem estar associados aos problemas destas articulações.
DIAGNÓSTICO CERTEIRO
Por serem articulações complexas compostas por ossos, músculos, ligamentos e cartilagem, diversos tipos de lesões podem acometer os joelhos, a exemplo de luxação, fratura, inflamação, cistos, tendinites, bursites, entre muitas outras.
Um dos pontos focais para a busca das melhores alternativas é o diagnóstico e o Hospital Moriah conta com um centro de diagnósticos por imagem equipado com alta tecnologia em exames e com uma equipe de radiologistas especializada. Cada patologia requer um tratamento diferente e o avanço da tecnologia possibilita uma terapêutica integrada, que considera a gravidade da lesão e a individualidade de cada paciente.
Dentre as diversas técnicas cirúrgicas oferecidas pelo Hospital Moriah, destacam-se as realizadas pelo Dr. Marco Demange:
• Videoartroscopia de joelho: é um procedimento minimamente invasivo que pode ser realizado em diversas articulações do corpo. Por meio de uma pequena incisão, insere-se um artroscópio, equipamento de alta precisão que pode diagnosticar e tratar a lesão. Com esta técnica, a estrutura lesionada não precisa ficar totalmente exposta, já que os pequenos portais (ou incisões) garantem uma boa visualização de toda a área que deve ser tratada.
• Subcondroplastia: Indicada para artroses leves a moderadas em que há alteração do osso subcondral (abaixo da cartilagem) como causa de dor. Esta técnica melhora o suporte ósseo na artrose e nas fraturas por insuficiência (“trincas” no osso abaixo da cartilagem) melhorando a dor. O grande diferencial desta técnica é ser minimamente invasiva. Trata-se de injeção de um substituto ósseo em pasta à base de fosfato de cálcio, sendo biocompatível e absorvido ao longo do tempo. Desta forma, nestes casos, pode postergar e, eventualmente, evitar cirurgias como artroplastias do joelho (prótese).
• Cirurgia Robótica de joelho: o ROSA Knee é um sistema cirúrgico assistido por robô projetado para ajudar os cirurgiões na realização da cirurgia de substituição total do joelho e aumentar a precisão do corte ósseo e análise de amplitude de movimento. Com esse sistema, é possível fazer um planejamento pré-operatório e criar modelos planos e em 3D da anatomia óssea do paciente, bem como realizar o mapeamento intraoperatório – em tempo real – da anatomia e dos movimentos do paciente, proporcionando ainda mais precisão para o cirurgião e garantindo a personalização do procedimento e a otimização na colocação da prótese
SOBRE O MÉDICO
O Dr. Marco Demange (CRM/SP 100483 – TEOT 9229) é graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (2000), possui residência médica no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) e é especializado em cirurgia do joelho e cirurgia do quadril.
Realizou mestrado em técnicas cirúrgicas minimamente invasivas de joelho (artroplastias), doutorado em técnicas de navegação cirúrgica computadorizadas em osteomias de joelho e livre-docência na técnica de subcondroplastia, de forma pioneira no Brasil, todos pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). No exterior, realizou pós-doutorado nas Universidades de Harvard e Cornell, atuando em cirurgias de cartilagem, artroplastias (incluindo robótica) e procedimentos de preservação da articulação. Destacamos que ele tem o diploma médico validado nos Estados Unidos pela United States Licensing Examinations – ECFMG.
O Dr. Demange atua como professor livre-docente no departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Além da intensa atuação no seu consultório privado, já publicou mais de 100 artigos científicos e variados capítulos em livros acadêmicos, além de continuar participando de diversas linhas de pesquisas na Universidade de São Paulo.
Informe publicitário publicado na edição de junho da revista Fazenda Boa Vista (n.º 36). Para conferir o conteúdo na íntegra, clique aqui.

Nova técnica cirúrgica facial garante rejuvenescimento com naturalidade
- segunda-feira, 9 mai. 2022, 11:06
- 0
O cirurgião plástico Thomas Benson é responsável pelas cirurgias após ter se especializado em cirurgias faciais, entre essas a técnica do cirurgião Andrew Jacono nos Estados Unidos – médico que difundiu o Deep Plane Lift e se tornou famoso por ter operado celebridades, como o estilista Marc Jacobs.
São mais de 80 casos até o momento, tornando Benson o principal cirurgião da face a utilizar a técnica no país e difusor entre os cirurgiões brasileiros. Benson tem recebido cirurgiões de todo o Brasil semanalmente, que vêm conhecer a nova técnica.
A técnica pode ser reconhecida como a terceira geração de cirurgias de rejuvenescimento facial, conhecidas como face lifting. A primeira geração é o face lifting tradicional onde somente a pele é puxada. Na segunda geração, solta-se a pele e a musculatura é costurada “por cima, sem estar totalmente liberada”. Como a pele fica bastante “esticada”, o rosto tende a ter um aspecto mais repuxado e pouco natural.
No Deep Plane, o cirurgião solta pouca pele em uma pequena abertura e entra abaixo da musculatura facial e do pescoço, liberando as conexões com o osso e conseguindo assim, reposicionar com muito mais eficácia e com resultado mais natural, sem o aspecto de “repuxado” das cirurgias tradicionais que deixam as estruturas do rosto ficarem fixas.
“Ao reposicionar toda a estrutura da face é possível deixá-la na posição que queremos. Dá para trabalhar bem o pescoço, com a angulação desejada e retirando o excesso de pele e gordura”, explica Benson.
A cirurgia de rosto somada ao pescoço (também chamada de Deep Neck) trata as estruturas profundas e não somente a gordura superficial.
Outra associação inovadora é a utilização de câmeras para a recuperação mais rápida. O paciente fica durante uma hora nessas câmeras de vidro com concentração de 100% de oxigênio e pressão atmosférica elevada. Isso melhora o processo inflamatório e aumenta a circulação nos tecidos levando a menos risco de má cicatrização.
Essa nova técnica também permite que as cicatrizes fiquem em áreas camufladas como o couro cabeludo e orelhas e em alguns casos as cicatrizes também podem ser menores do que em outras técnicas. Segundo um estudo recente, a Deep Plane Lift também é a cirurgia de face com menor risco de lesão dos nervos.

Perda de olfato persistente após Covid precisa de atenção especial
- segunda-feira, 28 fev. 2022, 12:57
- 0
Problema pode significar outras doenças e não sequela da infecção e quanto mais cedo procurar médico mais fácil é recuperação
A pandemia do coronavírus fez com que as pessoas prestassem mais atenção ao olfato, um dos cinco sentidos dos seres humanos, ao lado da visão, paladar, tato e audição. Já que a perda de sentir cheiro é um dos sintomas da Covid-19 e pode seguir com o paciente, mesmo após o fim da infecção.
O otorrinolaringologista Fabrizzio Ricci Romano, vice-presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e médico do Hospital Moriah, conta que a procura por consultas cresceu nos últimos dois anos.
“Com a Covid, começaram a aparecer pacientes no consultório com a reclamação de falta de olfato há muito tempo. Era um sentido meio que menosprezado e agora as pessoas estão vendo como é ruim a vida sem sentir cheiro. Por um lado, a pandemia serviu para dar luz a esse problema.”
A diminuição do olfato pode estar ligada não só a Covid, como também às seguintes doenças: infecções virais, como gripe e herpes; sinusite crônica; traumas e fraturas do nariz; problemas congênitos; lesões químicas, relacionadas às profissões que lidam diariamente com substâncias químicas irritantes ou corrosivas; e até problemas tumorais, que podem ser do nariz, que impedem que o cheiro chegue até as vias olfativas, e tumores intracranianos que atrapalham dentro do cérebro a percepção do olfato.
Seja qual for o motivo da perda do sentido, a recomendação é que a busca por médico seja rápida. “Teve uma perda de olfato é importante saber que isso não é normal. É necessário procurar uma ajuda médica para identificar o que está acontecendo. A rapidez do tratamento é extremamente importante“, alerta Romano.
E acrescenta: “precisamos lembrar que a pessoa perdeu um sentido. Se fosse a visão, o que ela faria? Iria na mesma hora ao médico. O olfato é um sentido tão importante quanto todos os outros e o tempo é crucial.“
Na análise para descobrir as causas do problema, os pacientes passam por testes olfativos no consultório para avaliar o grau de percepção do cheiro do paciente. Geralmente, é feito o exame chamado nasofibroscopia, que é uma câmera dentro da cavidade nasal, para examinar a parte interna do nariz, incluindo a área olfatória, região com terminações nervosas que captam moléculas que estão no ar e transformam em sensação de odor.
Se necessário, são feitos exames de tomografia e ressonância magnética.
No caso de uma paciente do Hospital Moriah, de 49 anos, ela resolveu procurar um especialista após a cura da Covid-19. Foram feitas as análises iniciais e nada foi constatado. Até que ela foi encaminhada para os exames de imagens e diagnosticada com um tumor benigno na região intracraniana, chamado meningioma.
“Frente a toda a questão da Covid, ela procurou o otorrinolaringologista dela, porque percebeu uma perda de olfato e não melhorava durante um bom tempo“, conta o neurologista Pedro Paulo Mariani.
“O tumor era na base do cérebro, por onde passam todos os filetes olfatórios, nervos bem fininhos que saem do nariz e vão até o cérebro. Foi necessário fazer a cirurgia, já que era volumoso, com cerca de quatro centímetros. “
Após a cirurgia, a mulher não teve a volta do olfato, pela demora na busca por um médico. “Os nervinhos que produzem o olfato são muito fininhos e a paciente não conseguiu recuperar o olfato“, lamenta Mariani. Mas a retirada possibilitou que nenhum outro problema acontecesse com a paciente.
O otorrinolaringologista Fabrizio Ricci conclui: “as causas mais sérias, como da paciente que atendemos, são pessoas que estão há meses com o problema e não se deram conta. Geralmente, é uma perda progressiva, não aguda. A verdade é que toda a perda de olfato merece uma investigação. Teve Covid, espera o fim do isolamento e procure ajuda. Perda de olfato tem solução, quanto antes começarem os tratamentos.“
Fonte: Reportagem de Carla Canteras publicada no portal R7 em 10/02/2022. Link para acesso: https://noticias.r7.com/saude/perda-de-olfato-persistente-apos-covid-precisa-de-atencao-especial-10022022

Beber água e se manter hidratado é ainda mais importante no verão
- segunda-feira, 28 fev. 2022, 12:56
- 0
Na estação mais quente do ano aumentam a transpiração e perda de água, e o corpo necessita de mais líquido para se manter bem
O verão chegou e, junto com ele, as férias escolares de muita gente. Com isso, está aberta a temporada de ficar na praia, na piscina, no parque, no quintal sem fazer nada e só descansar de 2021. Se você não está de férias, deve concordar que os fins de semana desta estação do ano são convidativos para relaxar mais livremente.
Porém, todo esse clima bom não pode fazer com que você deixe de lado os cuidados com a saúde. O sol e o calor intensos, principalmente em um país tropical como é o Brasil, podem trazer danos sérios ao organismo. De acordo com os especialistas, a desidratação é o principal deles.
“Todos os seres vivos dependem da água, ela é fundamental para a vida humana. A frase ‘no verão a gente transpira mais e, portanto, precisa mais de água’ é totalmente verdade. Tanto que a recomendação da OMS é que uma pessoa de 80 kg beba entre 2,1 e 2,4 l de água. Eu acho que para a realidade do país essa recomendação deveria ser de 3,5 a 4 l”, ressalta Marcelo Cassio de Souza, nutrólogo do Hospital Moriah, em São Paulo.
A hidratação não é mantida apenas com a ingestão de líquidos. Os alimentos, principalmente frutas, legumes e hortaliças, também são compostos de água e auxiliam na manutenção do corpo saudável.
“Com alimentação rica em frutas, legumes e verduras a pessoa já está se hidratando. Poderia atingir a quantidade necessária com a ingestão de água, água de coco e sucos. Mas tem de ser tudo natural. Os refrigerantes não são indicados. Eles até têm água, mas têm gás, têm açúcar em quantidade muito grande, e mesmo os sem açúcar têm edulcorantes e adoçantes sintéticos, que não fazem bem à saúde”, orienta o médico.
Como perceber a falta de água no organismo?
Muita gente bebe água apenas quando sente sede, mas essa não é a escolha indicada. O corpo dá sinais de desidratação antes mesmo da sensação de sede. O primeiro deles é a cor da urina. “A diurese tem de ficar com cor de água mesmo ou chazinho bem ralo. Se começou a ficar com aquela cor que parece cerveja ou guaraná, está errado. Tem de beber mais água”, afirma o especialista.
A concentração de suor é o segundo fator apontado por Marcelo Souza para percebemos a desidratação. “A falta de água deixa as secreções da pele pior: a boca fica seca, os olhos também, o que atrapalha a visão, e a sudorese fica com um odor mais denso.”
Além disso, as pessoas sentem dores musculares, efeitos neurológicos, dores de cabeças intensas e irritabilidade. No aparelho digestivo, cólicas abdominais, gases e aumento da sensação de fome.
“O organismo desidratado começa a buscar água em todos os compartimentos do corpo e a retirar o máximo de água do tubo digestivo. Com isso as fezes ficam mais duras e consistentes, o que atrapalha o trânsito intestinal. Outra forma de o organismo dizer que está com a sensação de sede, que é a privação de água, é a sensação de fome, que é a privação de comida”, explica Souza.
Manter a hidratação do corpo também ajuda a evitar a retenção de líquido. “Uma das grandes funções da água é transportar no corpo desde o oxigênio até o sal e o açúcar. Logo, você tendo mais sal, você tem mais água. Muitas vezes o tratamento para a retenção é tomar água. Porque assim fica mais fácil de o rim eliminar o sal e, consequentemente, a água que está grudada nesse sal”, observa o médico.
Fonte: Reportagem publicada no portal R7 Saúde em 03/01/2022. Link para acesso: https://noticias.r7.com/saude/beber-agua-e-se-manter-hidratado-e-ainda-mais-importante-no-verao-03012022

Novo expansor com rastreamento dá segurança para mulheres que não fazem a reconstrução imediata após retirada das mamas
- segunda-feira, 28 fev. 2022, 12:54
- 0
Usando rastreamento por tecnologia RFDI o dispositivo é usado pela primeira vez no Hospital Moriah
A retirada das mamas (uma ou ambas) é o primeiro passo para a cura do câncer e a cirurgia conhecida como mastectomia costuma ser seguida pela reconstrução imediata com uma prótese de silicone. Mas há casos em que essa reconstrução imediata não é feita, por diversos motivos, que podem variar desde a necessidade de retirada de muito tecido afetado pelo câncer, ou quando a paciente tem seios muito pequenos, ou ainda uma opção para as pacientes que se submeterão à radioterapia antes da reconstrução definitiva.
O implante de um expansor é utilizado para preparar a pele para a reconstrução definitiva e consiste em um dispositivo que é enchido de soro fisiológico progressivamente e vai aumentando até atingir o tamanho desejado das mamas e/ou deixar ambas com o mesmo tamanho.
Pioneiramente nesta semana, o coordenador da cirurgia plástica do Hospital Moriah, Alexandre Munhoz, realiza a primeira cirurgia utilizando o expansor guiado por radiofrequência. Tradicionalmente os expansores possuem um ímã para identificar o local exato para puncionar a válvula com uma agulha acoplada à seringa com soro fisiológico.
“Essa tecnologia inédita no Brasil, com o Hospital Moriah realizando o primeiro procedimento, abre novas perspectivas no tratamento do câncer de mama, pela menor interferência e complicações”, esclarece Alexandre Munhoz.
A presença do ímã no expansor impede que a paciente realize exames como a ressonância magnética que é cada vez mais utilizada no acompanhamento dos cânceres de mama. A nova tecnologia de radiofrequência elimina esse problema dando segurança para que a paciente realize ressonância magnética e qualquer outro exame de imagem.
Além disso, o novo expansor possui superfície biocompatível o que diminui riscos de reação alérgica e complicações. Essas reações têm sido cada vez mais relatadas por mulheres utilizando próteses mamárias, levando a vários casos de explante das próteses, inclusive largamente abordados pela mídia.


Inovação nas cirurgias de reconstrução de mamas: conheça o expansor com tecnologia RFID
- segunda-feira, 28 fev. 2022, 12:53
- 0
O expansor mamário é uma técnica já conhecida nas cirurgias de reconstrução mamária. Antes da reconstrução definitiva com prótese de silicone, o expansor é implantado e enchido com soro fisiológico, até que atinja-se o tamanho desejado. Esse processo de enchimento é feito por meio de uma agulha que utiliza um ímã para localizar a válvula do expansor dentro da pele. Com isso, as partes de metal impedem que a mulher realize o exame de ressonância magnética, cada vez mais fundamental no acompanhamento do câncer.
Agora, o Hospital Moriah realizou a primeira cirurgia do Brasil com tecnologia inédita, onde a agulha localiza a válvula do expansor por meio do RFID (identificação por radiofrequência), sem nenhum parte metálica, permitindo que a paciente realize exame durante o processo de reconstrução. Este novo dispositivo também possui uma nova textura, que minimiza os riscos de reação alérgica e complicações. O programa Jornal da Record (Record TV) conversou com o cirurgião plástico e coordenador da Cirurgia Plástica do Hospital Moriah Dr. Alexandre Munhoz sobre o assunto.
Confira a reportagem

Homem recebe coração de porco em transplante histórico nos Estados Unidos
- segunda-feira, 28 fev. 2022, 12:52
- 0
David Bennett, de 57 anos, se tornou a primeira pessoa no mundo a ter o coração de um animal batendo dentro do peito. Em uma cirurgia histórica para a medicina, ele recebeu um coração geneticamente modificado de um porco. O procedimento inédito traz esperança para pessoas que estão na fila do transplante. O cirurgião cardíaco do Hospital Moriah, Dr. Robinson Poffo, falou com a equipe do Domingo Espetacular (Record TV) sobre o assunto. Veja