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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta para os profissionais de saúde e a população, sobre a identificação de lotes de toxina botulínica falsificada. A substância é utilizada para procedimentos estéticos. A agência determinou a apreensão e proibição da comercialização e uso do falso produto. Mas, como funciona a toxina botulínica? Por que esse método é tão famoso para a redução de rugas? Em quais casos o procedimento é indicado? E como identificar os lotes falsificados? Celso Freitas e a repórter Fernanda Burger conversam com o cirurgião plástico do Hospital Moriah, Thomas Benson. Confira no podcast produzido pela Record TV, JR 15 Minutos.



Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 10:40

Todo o mundo

 

Quem precisa de um transplante de medula vive um drama. A chance de encontrar alguém que tenha compatibilidade e que possa fazer a doação é de 1 em 100 mil. Por isso, quanto mais doadores, melhor. Ao programa Fala Brasil (Record TV), o onco-hematologista Dr. Roberto Luiz da Silva falou sobre a importância da diversidade de doadores e explicou como acontece o transplante.



Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:46
 

Saiba mais sobre cólica menstrual

Carla Santucci
segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:44
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Segundo uma pesquisa do Ibope, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, 76% das mulheres brasileiras sofrem de dismenorreia, mais conhecida como cólica menstrual. Mas quais doenças podem estar relacionadas à cólica menstrual? Qual é o tratamento? Existe cura? No DE Responde, produzido pelo Domingo Espetacular (Record TV), Mariano Tamura, coordenador do Instituto de Mioma e Endometriose do Hospital Moriah, tira essas dúvidas e muitas outras. Veja!



Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:44
 

Infectologista tira dúvidas sobre HIV

Carla Santucci
segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:43
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Segundo o Ministério da Saúde, o número de casos de infecções por HIV teve queda no Brasil entre 2019 e 2021, depois de muitos anos de alta. Até junho de 2022, foram 16.703 notificações. Mas, apesar disso, os casos de infecção por HIV aumentaram entre jovens de 15 e 24 anos. Será que existe previsão de vacina? O que é o coquetel AntiAids? Uma gestante soropositiva passa o vírus para o feto? No DE Responde, produzido pelo Domingo Espetacular (Record TV), o Dr. Luiz Alves, infectologista do Hospital Moriah, tira essas dúvidas e muitas outras. Acompanhe!



Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:43
 

Saiba o que são cuidados paliativos

Carla Santucci
segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:40
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Você sabe o que são cuidados paliativos? Para quem esse tratamento é recomendado? O tratamento médico tradicional também é necessário? É somente realizado em hospitais? O Domingo Espetacular (Record TV) convidou a Dra. Renata Meiga, médica paliativista do Hospital Moriah, para tirar essas e outras dúvidas sobre o assunto.



Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:40
 

O controle da dengue continua um desafio crescente no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, de janeiro até agora, o número de casos aumentou mais de 180% se comparado com o mesmo período de 2021. Este ano foram registrados mais de 1,3 milhão de diagnósticos e 951 mortes no Brasil. São Paulo é o estado com o maior número de óbitos e o Jornal da Record (Record TV) falou com o infectologista Dr. Luiz Alves Silva sobre o assunto. Confira!



Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:40
 

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos comprova um velho conselho de pais e avós: nosso organismo fica mais vulnerável a doenças respiratórias no frio. A descoberta é inédita e diz que respirar ar frio pelo nariz danifica parte do sistema imunológico. Para entender o assunto, o Jornal da Record (Record TV) conversou com o infectologista do Hospital Moriah, Dr. Luiz Alves Silva.





Modificado: segunda-feira, 13 fev. 2023, 08:39
 

Fora do ritmo

Carla Santucci
quinta-feira, 5 jan. 2023, 08:45
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Quando as evacuações se tornam difíceis e pouco frequentes, desenha-se um quadro de constipação intestinal. Uma dieta rica em fibras é fundamental para a prevenção do problema


Evacuações esparsas e pouco frequentes ou com esforço; fezes endurecidas e ressecadas; dor para evacuar; sensação de evacuação incompleta; e até mesmo ausência do desejo evacuatório. De forma objetiva, de acordo com a gastroenterologista do Centro Especializado em Aparelho Digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dra. Karoline Garcia, pode-se dizer que um indivíduo é constipado se evacua menos do que três vezes por semana. “A constipação intestinal representa uma alteração no ritmo intestinal e seu diagnóstico é baseado em alguns critérios clínicos”, esclarece.


Ela explica que a Escala de Bristol gradua o formato das fezes e as classifica como normal, diarreia ou constipação. “Na escala de Bristol, a constipação remete aos graus 1 e 2”, diz.


A Dra. Karoline alerta para o fato de que a constipação intestinal pode ser o primeiro sinal de uma doença sistêmica, como hipotireoidismo, diabetes, doenças neurológicas e até neoplásicas.


“Também pode ser efeito colateral de medicações, como opioides (a exemplo do tramadol, codeína e morfina); antidepressivos; suplementos contendo ferro, hidróxido de alumínio; entre outros. Pacientes com Síndrome do Intestino Irritável (SII) também podem apresentar constipação”, esclarece.


Ainda segundo a especialista do Oswaldo Cruz, é preciso ficar atento, pois a constipação pode ser um sinal de alerta para alguma condição mais grave, como o câncer colorretal, popularmente conhecido como câncer de intestino.


“Pacientes com 45 anos de idade ou mais que passam a ter um hábito intestinal mais constipado devem procurar assistência médica, pois pode ser necessária a realização de colonoscopia para excluir o diagnóstico de câncer colorretal”, diz.


Atenção às estatísticas

A constipação ocorre entre 14% e 25% da população geral, acomete mais mulheres na proporção de 3:1 e tem uma incidência significativamente mais alta na população de idosos, podendo ultrapassar 50% em pacientes debilitados e acamados, segundo aponta o gastro-proctologista da Rede de Hospitais São Camilo, Dr. Henrique Perobelli.


A incidência de obstipação é maior principalmente no sexo feminino na quinta década de vida. “Fatores ligados aos hormônios femininos alteram a motilidade intestinal, assim como o hábito de reprimir o ato de evacuação por não estar perto do banheiro de casa; e outro fator comum é o ligado à alimentação restrita a fibras”, esclarece o cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Moriah, Dr. Flavio Kawamoto.


Segundo o Dr. Perobelli, ele reforça que entre os principais fatores relacionados à constipação estão a falha alimentar, com uma dieta pobre em fibras e água; sedentarismo; obesidade; tabagismo; gestação; e dieta rica em proteínas e carboidratos.


“Doenças que acometem sistemicamente o paciente, como diabetes, Parkinson, esclerodermia e doenças próprias do intestino, como a inércia colônica e a dismotilidade intestinal, podem interferir direta ou indiretamente no funcionamento intestinal”, completa.


Fibras para prevenção

Como já dito, a falta de fibras na alimentação é um dos fatores que podem levar a quadros de constipação intestinal. Já uma dieta rica em fibras é uma grande aliada na prevenção do problema. “Além das fibras, hidratação diária adequada e atividade física regular são chaves para o sucesso”, reforça o gastroenterologista do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Mário Kondo. 


As fibras naturais vindas de alimentos, como vegetais e frutas, ou as de medicações sintetizadas em laboratórios têm por objetivo produzirem um efeito de bolo fecal fazendo com que haja uma maior estimulação do intestino.


“Os probióticos podem auxiliar na melhora da obstipação, pois em alguns estudos foi observada a redução no tempo de trânsito intestinal associado ao uso de probióticos, além de servirem como adjuvantes quando a flora intestinal está desbalanceada, podendo haver produção excessiva de gases”, comenta o Dr. Kawamoto. Para prevenir a constipação, em primeiro lugar, as pessoas devem ficar atentas a medidas simples e que podem ser muito eficazes, como as mudanças dos hábitos de vida.


“Cuidar da microbiota intestinal (antigamente chamada de flora intestinal) é outro ponto fundamental para prevenção. Devemos evitar situações que contribuam para o desequilíbrio da nossa microbiota, como uso excessivo de antibióticos e alimentação rica em produtos industrializados e processados”, diz a Dra. Karoline.


As fibras podem ser adquiridas normalmente na dieta (principalmente em frutas, verduras, legumes e grãos), mas podem também ser suplementadas de outras formas, caso o indivíduo não tenha uma ingesta adequada.


“As fibras têm uma estrutura resistente à digestão e acabam por reter água dentro de suas estruturas, o que ajuda na formação do bolo fecal e, por consequência, no trânsito intestinal. As fibras também estimulam a proliferação dos microrganismos da nossa microbiota intestinal”, diz a médica, acrescentando que a dose diária de fibras recomendada é de 20-35 g/dia.


“Pacientes que consomem doses maiores ou aqueles que ingerem em quantidades adequadas e são menos tolerantes podem apresentar efeitos indesejáveis, como gases intestinais”, finaliza.


Quanto ao tratamento, a escolha da medicação para a constipação depende de avaliação médica, pois ele será direcionado de acordo com o mecanismo fisiopatológico envolvido, ou seja, depende de qual a razão de o intestino não estar funcionando adequadamente. “Há pacientes que não se beneficiarão tanto de medicamentos e responderão melhor a uma terapia que chamamos de fisioterapia pélvica com biofeedback”, fala a Dra. Karoline.


Reguladores intestinais: o que são?

Os reguladores intestinais são medicamentos ou substâncias ingeridas com a finalidade de dar melhor ritmo ou consistência ao intestino, em geral compostos por fibras. “De alguma maneira tentam substituir a deficiência da dieta, agindo na luz intestinal, melhorando o volume e a hidratação do bolo fecal. Entre os mais comuns estão compostos concentrados em fibras naturais ou sintéticas”, explica o Dr. Kondo.


Geralmente, os reguladores intestinais são preparados de fibras solúveis e insolúveis, sendo alguns exemplos Plantago ovata, inulina, goma guar, polidextrose, amido resistente, celulose, fibra de aveia e goma arábica.


Reportagem de Adriana Bruno para Guia da Farmácia, edição n.º 361 de dezembro de 2022. 


Modificado: quinta-feira, 5 jan. 2023, 08:46
 

Crédito da imagem: Blog Eu Atleta / Istock Getty Images


Especialistas comentam sobre a prática e revelam se pode trazer algum benefício ou malefício: veja mitos e verdades


Você é do time que gosta de estalar os dedos frequentemente só para ouvir aquele “estalido” ou para sentir aquela sensação de alívio e relaxamento? Ou é do grupo que tem aflição? Alguns gostam, acham o som divertido. Outros são ansiosos e dizem que o gestual pode aliviar a pressão e o estresse. Mas até que ponto isso pode ser um problema? Especialistas contam para o Eu Atleta o que é verdade ou mentira sobre as estaladas de dedo.
 
Por que estalamos? Como ocorre o barulho?
Os “estalos” ouvidos são decorrentes da tensão superficial criada pelo líquido sinovial, o responsável por lubrificar as articulações, reduzir o atrito entre os ossos e ainda preservar a cartilagem. Esse líquido se separa pela pressão imposta aos ossos pelo movimento que gera o estalido, que quebram a tensão superficial e produzem o som. Quando aliviamos a pressão, após o estalo, sentimos a sensação de alívio e relaxamento.
 
Estalar os dedos faz mal? Engrossa os dedos?
Temos três mitos relacionados ao tema:
1. Não faz mal, especialmente se feito oca e não existe comprovação científica de que isso possa prejudicar ligamentos ou ossos, segundo o médico ortopedista Álvaro Baik Cho.
2. Não leva a doenças ou deformações, como a artrite, um processo inflamatório, ou a osteoporose, que está relacionada mais a uma perda de cálcio, da parte mineral do osso.
3. Não engrossa os dedos.
 
- Isso (engrossar os dedos) ocorre por conta do processo de desgaste das cartilagens pela osteoartrose e da osteoartrite, não por estalá-los - conta Álvaro.
 
Segundo um artigo da Harvard Health Publishing sobre o tema, um médico na Califórnia realizou um experimento com ele mesmo, estalando regularmente seus dedos de apenas uma das mãos. Após uma década, o diagnóstico do raio-x não apontou diferença entre as mãos e nem qualquer outro problema.
 
Pode ser um problema quando há dor?
Aqui há uma verdade. Realmente, se você torcer os dedos até ouvir aquele barulho familiar, mas sentir dor, pode haver alguma condição médica ortopédica ou articular que é revelada e agravada por essa pressão. Se os dedos estiverem inchados ou com movimentos limitados, a articulação pode estar danificada.
 
O ortopedista ainda alerta sobre o estalo involuntário.
 
- Se ocorrer ocasionalmente e sem dor é chamado de plica, uma alteração na parte interna da articulação. E não é considerado grave. Mas se tiver dor, precisa procurar um especialista para avaliar - sugere.
 
Pode estar relacionado à ansiedade?
Para a terapeuta Ivana Cabral, se a pessoa está apresentando crises de ansiedade, ela precisa avaliar se algo em sua vida está provocando os sintomas, como uma separação, uma doença, uma morte na família, pressão no trabalho etc. Ou se eles vêm sem motivo aparente, de forma repentina, e acompanhados de outros sinais.
 
- Se você tem um motivo, é normal se sentir ansioso e usar o estalar dos dedos para se acalmar. Mas se aparecer uma sensação inexplicável de medo, respiração irregular, taquicardia, tremores no corpo ou nas mãos, precisa procurar um psicólogo e passar por uma avaliação - conta.
 
Fontes: Álvaro Baik Cho, médico ortopedista do Hospital Moriah (São Paulo), especialista em mão e punho. Ivana Cabral, psicóloga.
 
Reportagem de Ana Marigliani, para o blog Eu Atleta, publicada em 20 de dezembro de 2022. Link para acesso: https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/guia/2022/12/20/c-estalar-os-dedos-pode-fazer-mal-engrossa-os-dedos.ghtml

Modificado: quinta-feira, 5 jan. 2023, 08:41
 

A asma é uma das doenças crônicas mais comuns, sendo um problema mundial de saúde e acometendo cerca de 300 milhões de pessoas. Estima-se que aproximadamente 20 milhões de brasileiros são asmáticos e dados do SUS (Sistema Único de Saúde) apontam que a doença é a terceira causa das hospitalizações pelo SUS. Quais são os “gatilhos” da asma? Ela é mais comum em crianças? Quais podem ser as complicações? O DE Responde (produzido pelo Domingo Espetacular, da Record TV) convidou o Dr. Ricardo Henrique Teixeira, pneumologista do Hospital Moriah, para tirar essas e outras dúvidas sobre a doença crônica. Confira!